7Perguntas frequentes

Do exame que você já fez ao que acontece com ele depois da emissão do laudo.

Preciso repetir o exame, ou fazer um novo?

Não. As medidas saem de uma tomografia ou ressonância já realizada por outra indicação. Não há nova aquisição, nova dose de radiação nem contraste adicional.

Que exames servem?

Tomografia de abdome ou tórax sem contraste que inclua L1 ou L3 no campo; ressonância de abdome ou pelve com série Dixon axial pré-contraste cobrindo L3. A conferência de elegibilidade é feita antes, sem custo.

Exame com contraste serve?

Em parte. O meio de contraste eleva a atenuação muscular em 5 a 8 HU (Ju 2025), então a densidade muscular não é laudada nesses exames — a área muscular e os compartimentos de gordura continuam medidos. Em ressonância a série medida é pré-contraste por definição.

O que eu recebo?

Um laudo assinado por radiologista com CRM e RQE: oito medidas em tomografia, seis em ressonância. Cada valor vem com a referência publicada que o sustenta e com a população em que ela foi validada.

Isso substitui a densitometria óssea?

Não. A atenuação trabecular indica risco, não fecha diagnóstico, e a densitometria (DXA) continua sendo o exame de referência quando houver indicação. O mesmo vale para as demais medidas: é análise quantitativa complementar ao laudo do exame de origem.

Quem confere as segmentações?

Um radiologista, sobre as próprias imagens, antes da emissão. O laudo registra quem conferiu, quando, e se houve correção.

De onde vêm as faixas de referência?

De literatura publicada, indicada na própria escala junto com a população em que foi validada. Quando o corte não vem de coorte brasileira, ou quando não existe corte publicado para a medida, isso está dito na própria medida — é o caso da gordura subcutânea e da gordura intermuscular.

Um valor fora da faixa significa doença?

Não. São faixas de associação, não de diagnóstico. O relatório diz onde o valor cai em relação ao corte publicado; nomear achado é ato médico, e a leitura clínica é do médico assistente.

Dá para comparar uma tomografia com uma ressonância do mesmo paciente?

Não na mesma série. Fração de gordura e atenuação são grandezas distintas e os valores não se convertem. O acompanhamento ao longo do tempo pede a mesma modalidade e a mesma técnica: em tomografia, mesmo aparelho, tensão de tubo e filtro; em ressonância, mesmo aparelho e mesma sequência.

O que acontece com o exame depois?

O processamento é feito em infraestrutura própria e local, não em nuvem de terceiros. Após a emissão o exame é apagado e permanecem apenas as medidas e o laudo, para que um exame futuro possa ser comparado ao atual.

Triagem Médica Sem Custos Iniciais

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