Avaliação oportunística de imagem diagnóstica

Seu exame pode revelar informações adicionais sobre músculo, gordura, fígado e osso.

De uma tomografia ou ressonância que você já fez, emitimos um laudo assinado por radiologista com seis medidas de composição corporal e densidade óssea, cada uma situada na sua faixa de referência publicada, com a fonte declarada. Sem repetir o exame e sem nova dose de radiação.

Conferência prévia sem custo por radiologistasCompatível com tomografia computadorizada (TC) e ressonância magnética (RM) já realizadas.
Exame já realizado
Tomografia de abdome sem contraste, corte axial em L3, como o exame foi adquirido
Compartimentos medidos
O mesmo corte com músculo, gordura visceral, gordura subcutânea e o corpo vertebral delimitados
Legenda:MúsculoGordura visceralGordura subcutâneaROI vertebral

TC axial em L3: imagem original e segmentação dos compartimentos muscular, adiposo visceral e adiposo subcutâneo.

Músculo
L3 · área (cm²) e atenuação (HU)
Gordura visceral
L3 · área (cm²) e razão visceral/subcutânea
Densidade óssea
L1 · atenuação trabecular (HU)
Fígado
volume inteiro · atenuação (HU) e diferença fígado−baço

1Amostra do laudo em tomografia computadorizada

Exemplo clínico de extração quantitativa e enquadramento em coortes normativas validadas.

Amostra demonstrativa · Dados técnicos padronizados
Reconstrução sagital da coluna com mensuração de densidade em L1

TC coluna lombar em corte sagital: região de interesse (ROI) estritamente posicionada na esponjosa trabecular de L1, excluindo corticais.

Marcador trabecular lombar

Atenuação trabecular vertebral em L1

56,0HU (Unidades Hounsfield)
Abaixo do limiar de triagem para baixa densidade óssea
104,6138,9
assoc. osteoporoseassoc. osteopeniareferência

Faixa de associação, não diagnóstico. Limiares de 104,6 e 138,9 HU — Lubbad et al., Eur Radiol 2026. Válido para aquisição sem contraste a 120 kVp.

Vantagem metodológicaImune a osteófitos vertebrais, calcificações parietais e artrose posterior

Nota clínica: Este achado oportunístico está associado a uma probabilidade aumentada de osteoporose e risco aumentado de fratura por compressão. O valor constitui triagem oportunística de alta sensibilidade e não substitui a realização de densitometria por dupla emissão de raios X (DXA) quando formalmente indicada pelo médico assistente.

Falar sobre este laudoResposta em horário de atendimento.

2Amostra do laudo em ressonância magnética

Não existe unidade Hounsfield em ressonância. As medidas são de fração de gordura e de área, e não são intercambiáveis com as de tomografia na mesma série longitudinal.

Amostra demonstrativa · exame de-identificado
Reconstrução sagital da coluna lombar por ressonância, com delimitação do corpo de L3

RM sagital da coluna lombar: fração de gordura da medula óssea medida no corpo vertebral de L3.

Medula óssea

Fração de gordura da medula em L3

Gordura da medula óssea49,8%Sem limiar diagnóstico publicado
Referência nativa de ressonância40,4 ± 7,8 % · mesmo sexo, 60–69 anos, n = 5
Comparabilidade com tomografiaNenhuma: grandezas distintas

Nota clínica: A ressonância não mede densidade mineral: mede a fração de gordura da medula, que aumenta com a idade e se associa inversamente à densidade trabecular medida por tomografia. Não há limiar diagnóstico nem prognóstico, e a densitometria (DXA) permanece o exame de referência quando houver indicação.

Corte axial em L3 por ressonância, com segmentação de músculo, gordura visceral e subcutânea

RM axial em L3: segmentação de músculo esquelético, gordura visceral e gordura subcutânea do tronco.

Corte de L3

Músculo e compartimentos de gordura

Índice muscular esquelético73,1cm²/m²Acima de 49,0 cm²/m² · referência brasileira
Gordura no músculo10,5%Abaixo do P25 do mesmo sexo (17,2 %)
Gordura visceral144,2cm²Abaixo de 151 cm² · referência brasileira
Gordura subcutânea195,4cm²Sem limiar em nenhuma modalidade
Razão visceral / subcutânea0,74
Área muscular por regiãoParede 93 · paraespinhais 58 · iliopsoas 36 cm²

Nota clínica: Não há limiar de gordura visceral validado em ressonância. A marca de 151 cm² é a referência brasileira para o sexo obtida por tomografia em L3 — referência declarada, não norma para ressonância.

Mapa de fração de gordura hepática por ressonância, com o volume do fígado delimitado

RM do abdome: fração de gordura por PDFF multi-eco, mediana em todo o volume hepático delimitado.

Fígado

Fração de gordura hepática

Gordura hepática (PDFF)2,3%Abaixo de 6,4 % · sem esteatose histológica esperada
Cortes por grau histológico6,4 % · 17,4 % · 22,1 %
Volume hepático delimitado1.529 mL

Nota clínica: Cortes obtidos por PDFF multi-eco contra biópsia, escolhidos para especificidade acima de 90 % em 89 pacientes de uma clínica de doença hepática gordurosa.

Falar sobre este laudoResposta em horário de atendimento.

3Critérios de elegibilidade técnica

Parâmetros mínimos necessários para garantir reprodutibilidade matemática dos dados analíticos.

Tomografia Computadorizada (TC)

Ideal
Regiões: Abdome total, abdome superior, pelve ou coluna lombar.
Parâmetros: 120 kVp, cortes ≤ 2,5 mm sem contraste. Avalia L1 (osso), L3 (músculo e gordura) e fígado.

Ressonância Magnética (RM)

Compatível
Regiões: Abdome e coluna lombar.
Parâmetros: Sequências Dixon multi-eco ou químicas com mapa de fração de gordura (PDFF).

Critérios de Exclusão

Incompatível

Próteses metálicas com feixe estéril em L1/L3, fraturas agudas com perda > 50% de altura de L1 ou cortes incompletos de borda abdominal.

Verificar um exameResposta em horário de atendimento.

4Como funciona o atendimento

Envio pelo WhatsApp, conferência técnica sem custo e emissão do laudo.

1Envio do exame

Compartilhamento digital

Compartilhe o link de acesso ao portal do laboratório (PACS) ou os arquivos em formato DICOM via nosso canal profissional verificado no WhatsApp.

2Conferência técnica

Triagem sem custo prévio

Nossa equipe de médicos radiologistas confere a viabilidade das séries tomográficas. Caso seu exame não possua os parâmetros ideais, nada é cobrado.

3Relatório emitido

Laudo estruturado e calibrado

Emissão do laudo complementar em PDF de alta resolução com calibrações normativas, gráficos percentilares e assinatura digital com CRM e RQE.

5Evidências científicas e coortes normativas

Oito referências, cada uma com o DOI e a afirmação que sustenta.

  • A premissa da triagem oportunística em exames já realizados.Pickhardt PJ, Pooler BD, Lauder T, del Rio AM, Bruce RJ, Binkley N. Opportunistic screening for osteoporosis using abdominal computed tomography scans obtained for other indications. Annals of Internal Medicine, 2013. doi:10.7326/0003-4819-158-8-201304160-00003
  • Valores normativos de atenuação trabecular em L1.Jang S, Graffy PM, Ziemlewicz TJ, Lee SJ, Summers RM, Pickhardt PJ. Opportunistic osteoporosis screening at routine abdominal and thoracic CT: normative L1 trabecular attenuation values in more than 20 000 adults. Radiology, 2019. doi:10.1148/radiol.2019181648
  • Os limiares de 104,6 e 138,9 HU adotados no laudo.Lubbad O, Hagos A, Lubbad L, et al. Comparing lumbar CT Hounsfield units and MRI vertebral bone quality scores for diagnosing osteoporosis and osteopenia in degenerative spinal populations: a systematic review and diagnostic meta-analysis. European Radiology, 2026. doi:10.1007/s00330-026-12804-0
  • O nível L3 como representativo da composição corporal.Mourtzakis M, Prado CMM, Lieffers JR, Reiman T, McCargar LJ, Baracos VE. A practical and precise approach to quantification of body composition in cancer patients using computed tomography images acquired during routine care. Applied Physiology, Nutrition, and Metabolism, 2008. doi:10.1139/H08-075
  • Área e densidade muscular como fatores prognósticos.Martin L, Birdsell L, MacDonald N, et al. Cancer cachexia in the age of obesity: skeletal muscle depletion is a powerful prognostic factor, independent of body mass index. Journal of Clinical Oncology, 2013. doi:10.1200/JCO.2012.45.2722
  • Limiares de área muscular por sexo e altura.Derstine BA, Holcombe SA, Ross BE, Wang NC, Su GL, Wang SC. Skeletal muscle cutoff values for sarcopenia diagnosis using T10 to L5 measurements in a healthy US population. Scientific Reports, 2018. doi:10.1038/s41598-018-29825-5
  • A razão entre gordura visceral e subcutânea.Kaess BM, Pedley A, Massaro JM, Murabito J, Hoffmann U, Fox CS. The ratio of visceral to subcutaneous fat, a metric of body fat distribution, is a unique correlate of cardiometabolic risk. Diabetologia, 2012. doi:10.1007/s00125-012-2639-5
  • Atenuação hepática sem contraste na avaliação de esteatose.Pickhardt PJ, Graffy PM, Reeder SB, Hernando D, Li K. Quantification of liver fat content with unenhanced MDCT: phantom and clinical correlation with MRI proton density fat fraction. American Journal of Roentgenology, 2018. doi:10.2214/AJR.17.19391
Nota de esclarecimento médico-legal: O presente serviço constitui uma análise quantitativa complementar baseada em exames prévios de rotina diagnóstica. Não substitui consulta médica presencial nem revoga indicações formais de densitometria óssea por dupla emissão de raios X (DXA) estabelecidas pelas diretrizes da Sociedade Brasileira de Reumatologia e da FEBRASGO.

Este site não recebe exames nem dados pessoais

Não há formulário de envio, cadastro ou área de acesso: nenhuma imagem ou informação de paciente trafega ou fica armazenada aqui. O contato e o envio do exame acontecem pelo WhatsApp, com criptografia de ponta a ponta.

O processamento é feito em infraestrutura própria e local, não em nuvem de terceiros. Após a emissão do laudo o exame é apagado, e permanecem apenas as medidas e o laudo — para que um exame futuro possa ser comparado ao atual.

Processamento local

6O documento que você recebe

Corte único axial padronizado em L3 para músculo e gorduras, densitometria trabecular direta em L1 poupando alterações degenerativas periféricas, e atenuação do parênquima hepático. As seis medidas em volta da região examinada, cada uma na sua faixa, com o corte e a origem declarados.

Primeira página do laudo: síntese das seis medidas em torno de um corte anatômico, cada uma com sua escala de referênciaAbrir em tamanho real
Exemplo marcado como modelo. O cabeçalho de identificação foi omitido nesta reprodução. O laudo completo tem cinco páginas: além da síntese, cada medida aparece com a referência que a sustenta e a discussão do achado, e é assinado por radiologista com CRM e RQE.
Triagem Médica Sem Custos Iniciais

Verifique se o seu exame já realizado é elegível para análise quantitativa

Envie o link do portal do seu laboratório ou os arquivos DICOM. A validação técnica dos cortes é realizada previamente pelos médicos radiologistas sem compromisso financeiro.

Encaminhar um exame

Resposta em horário de atendimento.